A carta aos Hebreus, cujo autor é desconhecido, visa fortalecer a fé em tempos de apostasia, destacando a superioridade de Jesus Cristo sobre os anjos e a importância de sua obra salvífica. Cristo é apresentado como Filho de Deus, profeta e rei, cuja glória é incomparável. Ele nos concede a adoção como filhos de Deus, promovendo uma comunhão íntima. A encarnação de Cristo, que participou da nossa humanidade, destina-se a destruir o poder da morte e libertar aqueles que temem o fim. Essa proximidade e misericórdia ressaltam o papel de Cristo como nosso sumo sacerdote, intercedendo por nós e oferecendo alívio e esperança eterna.
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Entre Palmos e Eternidade: A Fragilidade que nos Leva a Cristo
No Salmo 39, Davi reflete sobre suas lutas internas e o desejo de controlar suas palavras na presença dos ímpios. Ele se vê em um estado de revolta, culpando sua condição, enquanto sua dor e silêncio aumentam. A meditação o leva a questionar sua vida e fragilidade diante de Deus. Davi reconhece que a vida é breve e cheia de vaidade, e que a reflexão sobre a mortalidade pode alinhar seu entendimento sobre a realidade. Ao final, ele se entrega à necessidade de perdão e reconhece que sua esperança deve estar em Deus, aliviando sua carga emocional e espiritual.
Mesmo Agora, Marta
A passagem de João 11.17-27 relata a ressurreição de Lázaro, o último milagre público de Jesus antes de sua crucificação. Após Lázaro estar morto por quatro dias, Jesus chegou e destacou a importância da fé, tanto de Marta quanto dos que o rodeavam. A interjeição de Marta expressa uma fé vacilante, questionando a demora de Jesus. Entretanto, mediante a imanência do tempo e suas limitações, Jesus enfatiza que não deve haver desesperança, pois Ele é a ressurreição e a vida. A narrativa tombla sobre a confiança no poder de Deus, que transcende o tempo e demonstra a glória divina.
Vida Prazerosa em Cristo
A carta de Paulo aos colossenses aborda os desafios da igreja em Colossos, enfatizando a necessidade de rejeitar imoralidade e heresias. Ele destaca que a transformação espiritual, simbolizada pela ressurreição com Cristo, deve refletir uma nova vida focada em Jesus como fonte de satisfação e santidade. Paulo exorta os membros a manterem uma relação constante com Cristo, não apenas como salvador, mas como a essência de suas vidas. Essa prática, alimentada pelo Espírito Santo, os protege dos prazeres terrenos e os direciona a um relacionamento prazeroso e poderoso com o Senhor, prometendo glória eterna além da vida.