O livro “Teologia Sistemática” de James Petigru Boyce explora a presença de Cristo no Antigo Testamento, ressaltando que a promessa de salvação está presente desde Gênesis. Ele examina a semente da mulher, que representa o protoevangelho, e prossegue através das gerações de patriarcas, culminando em Cristo, conforme a epístola aos Gálatas. O texto também discute a encarnação de Cristo, enfatizando que apenas a Pessoa do Filho se encarnou, mantendo a dualidade entre natureza divina e humana. Além disso, Boyce aborda os ofícios de Cristo como profeta, sumo sacerdote e rei, destacando seu papel na intercessão e salvação da humanidade.
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Mark Jones e a Obra de Cristo
O livro de Mark Jones, “O conhecimento de Cristo”, explora a vida, morte e ressurreição de Jesus, enfatizando sua humilhação e sua natureza divina. O autor analisa a abnegação de Cristo, desde seu nascimento até a cruz, destacando que sua morte foi a máxima humilhação. Jones também discorre sobre a transfiguração como um vislumbre da glória futura, e os milagres de Cristo, que possuem significados espirituais profundos. As últimas palavras de Jesus revelam seu amor e compaixão, enquanto sua ressurreição é apresentada como um ato trinitário vital. Por fim, a exaltação de Cristo nos mostra sua intercessão contínua por nós no céu.
Mark Jones Comenta O Cristo Divino
O livro de Mark Jones, “O conhecimento de Cristo”, explora o Pacto da Redenção, um acordo eterno entre as Pessoas da Trindade que visa a glória de Cristo e o benefício da humanidade. Jones destaca a subordinação do Filho como uma condição deste pacto, enfatizando que essa relação não implica hierarquia. O autor também examina a Encarnação, descrevendo a união hipostática das naturezas divina e humana de Cristo, e a importância de ambas para a mediação. Apesar de falhas na explicação detalhada das naturezas, Jones aborda atributos divinos como onipotência e onipresença, ressaltando a personalidade de Jesus em nosso cotidiano.