John Murray, em *Redenção Consumada e Aplicada*, ensina que a perseverança dos santos não significa que todos os que professam fé sejam salvos, pois é possível demonstrar sinais externos de fé sem uma conversão genuína. A parábola do semeador ilustra essa verdade, mostrando que somente aqueles enraizados em bom solo permanecem. A perseverança na santidade é um sinal da salvação verdadeira e ocorre pelo poder de Deus. Embora os salvos possam enfrentar períodos de apostasia, sempre retornarão. Cristo garante que nenhum eleito se perderá, pois sua obra assegura que todos os justificados serão glorificados.
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James Boyce: Santificação e Perseverança Final dos Santos
O Capítulo 37 aborda a santificação como um privilégio dos fiéis, destacando sua importância no desenvolvimento espiritual. A santificação é um processo divino que transforma o caráter da pessoa, exigindo a regeneração e justificação como pré-requisitos. O papel do Espírito Santo é fundamental, proporcionando poder ao crente, que deve cooperar reconhecendo e agindo conforme sua orientação. O autor enfatiza que a santificação se completa na vida eterna, não apenas por mudanças de hábito, mas por uma transformação interna. O Capítulo 38 aborda a perseverança final, assegurando que os salvos permanecerão firmes, protegidos pela graça de Deus contra a apostasia.