O Fim da Riqueza

O poema reflete sobre a soberania de Deus e nossa relação com o tempo e a graça. O que temos não é um direito, mas um presente divino. Se recebemos tempo, é misericórdia; se recebemos algo além do inferno, é graça dobrada. A eternidade no paraíso é fruto do grande amor de Deus. Questionar a história é criticar o próprio Criador. Apegamo-nos ao mundo, mas Deus nos prepara para algo maior. Quando Ele atende pedidos movidos por desejos terrenos, entendemos errado sua vontade. Nada aqui permanecerá, pois tudo debaixo do sol é vaidade. Somente Deus e sua vontade perduram.