A seção analisada discute a questão central: por quem Cristo morreu? O autor argumenta que termos como “todo homem” e “mundo” nas Escrituras devem ser interpretados no contexto, evitando um entendimento literalista. Ele demonstra que textos como Hebreus 2.9 e Romanos 5.18 restringem a salvação aos eleitos, contrapondo-se à expiação ilimitada. Além disso, enfatiza que a expiação limitada mantém a eficácia da obra de Cristo, enquanto a visão universalista enfraquece sua eficácia. A resenha sugere reestruturar a ordem dos argumentos para maior clareza e destaca a exegese de 1 João 2.2 sobre a abrangência da salvação.