John Murray, em Redenção Consumada e Aplicada, enfatiza que os elementos da ordo salutis estão relacionados, mas não são causas automáticas uns dos outros. Ele explica que a adoção não é uma consequência inevitável da regeneração e justificação, mas uma graça adicional de Deus. A adoção é um ato jurídico pelo qual Deus concede o status de filhos aos salvos (Jo 1.12-13), sendo distinta da obra do Espírito Santo. Murray diferencia a paternidade universal de Deus na criação da paternidade especial na redenção, destacando a exclusividade desse título na relação com o Pai dentro da Trindade.