Este texto propõe uma reflexão sobre o papel do cristão como provedor em um mundo corporativo que exalta a autopromoção e despreza a humildade. Aponta o dilema enfrentado pelos cristãos ao tentarem conciliar a fé com as exigências de crescimento profissional, destacando que a verdadeira provisão vem de Deus. O sucesso pode até ser alcançado, mas somente se vier sem a ruptura dos princípios cristãos. A humildade, longe de ser fraqueza, é uma força espiritual que conecta o homem à providência divina e o mantém fiel ao seu chamado, mesmo em um mercado que valoriza a imagem acima do caráter.