James P. Boyce: Chamado, Regeneração, Conversão, Arrependimento, Fé, Justificação e Adoção

O texto aborda conceitos fundamentais da teologia sistemática, especialmente os capítulos sobre o chamado externo e eficaz, regeneração, conversão, arrependimento, fé, justificação e adoção. O chamado externo refere-se à pregação do evangelho a todos, enquanto o chamado eficaz é destinado apenas aos eleitos, que aceitam a salvação através do Espírito Santo. A regeneração prepara o coração para a conversão, que envolve um reconhecimento do pecado e a confiança em Cristo. A justificação é um ato legal de Deus que libera o pecador das exigências da lei, enquanto a adoção reflete o amor divino, tornando os crentes co-herdeiros com Cristo.

James P. Boyce e sua Compreensão sobre Eleição e Reprovação

O capítulo 29 de "Teologia Sistemática" de James Petigru Boyce aborda a eleição, discutindo as diferentes teorias, como o nacionalismo de John Locke e a eleição da igreja de George Stanley Faber. Destaca-se a distinção entre a eleição física de uma nação e a eleição espiritual para a salvação. Enquanto teorias arminianas sugerem uma escolha condicionada pela presciência divina, a abordagem calvinista defende que a eleição é soberana e precede a regeneração. O capítulo 30 explora a reprovação, afirmando que a não eleição é uma ação ativa de Deus, refletindo sua soberania, sem isentar os homens de suas responsabilidades por seus pecados.

James P. Boyce e a Expiação de Cristo

O texto analisa diversas teorias sobre a expiação de Cristo, abordando as limitações e heresias cada uma dessas correntes apresenta. A teoria Sociniana defende que Deus pode perdoar sem sacrifício, enquanto outras como a do Meio e a da Influência Moral reconhecem o sacrifício de Jesus, mas não de forma substancial. A teoria Arminiana considera a morte de Cristo como disponível a todos, mas isso compromete a efetividade da salvação. A análise culmina ao ressaltar a importância da expiação como um ato eficaz e específico, destacando que a morte de Cristo não é apenas um caminho aberto, mas a verdadeira remissão de pecados.

James P. Boyce: A Pessoa, Ofício e Profecias de Cristo

O livro "Teologia Sistemática" de James Petigru Boyce explora a presença de Cristo no Antigo Testamento, ressaltando que a promessa de salvação está presente desde Gênesis. Ele examina a semente da mulher, que representa o protoevangelho, e prossegue através das gerações de patriarcas, culminando em Cristo, conforme a epístola aos Gálatas. O texto também discute a encarnação de Cristo, enfatizando que apenas a Pessoa do Filho se encarnou, mantendo a dualidade entre natureza divina e humana. Além disso, Boyce aborda os ofícios de Cristo como profeta, sumo sacerdote e rei, destacando seu papel na intercessão e salvação da humanidade.

A Liderança de Adão segundo James P. Boyce

O texto de James Petigru Boyce explora a teologia da criação e queda, destacando que Adão foi criado em perfeição, mas sua queda resultou em uma natureza corrompida transmitida a todos os descendentes. Essa corrupção é tanto natural quanto penal. A obra discute a herança de culpa, explicando que, como representante federal da humanidade, Adão respondeu por toda a raça, o que implica que todos são responsabilizados pelo pecado original. Apesar da desvantagem dessa representação, Boyce argumenta que a culpa e a possibilidade de redenção em Cristo são derivadas da mesma relação de representatividade que Adão tinha com a humanidade.

Cristo Exaltado e seu Alívio Próximo

A carta aos Hebreus, cujo autor é desconhecido, visa fortalecer a fé em tempos de apostasia, destacando a superioridade de Jesus Cristo sobre os anjos e a importância de sua obra salvífica. Cristo é apresentado como Filho de Deus, profeta e rei, cuja glória é incomparável. Ele nos concede a adoção como filhos de Deus, promovendo uma comunhão íntima. A encarnação de Cristo, que participou da nossa humanidade, destina-se a destruir o poder da morte e libertar aqueles que temem o fim. Essa proximidade e misericórdia ressaltam o papel de Cristo como nosso sumo sacerdote, intercedendo por nós e oferecendo alívio e esperança eterna.

Mark Jones e a Obra de Cristo

O livro de Mark Jones, "O conhecimento de Cristo", explora a vida, morte e ressurreição de Jesus, enfatizando sua humilhação e sua natureza divina. O autor analisa a abnegação de Cristo, desde seu nascimento até a cruz, destacando que sua morte foi a máxima humilhação. Jones também discorre sobre a transfiguração como um vislumbre da glória futura, e os milagres de Cristo, que possuem significados espirituais profundos. As últimas palavras de Jesus revelam seu amor e compaixão, enquanto sua ressurreição é apresentada como um ato trinitário vital. Por fim, a exaltação de Cristo nos mostra sua intercessão contínua por nós no céu.

Mark Jones Comenta O Cristo Homem

O livro "O Conhecimento de Cristo", de Mark Jones, aborda a humanidade de Cristo, destacando heresias históricas sobre sua natureza, como as negações do corpo físico e do nascimento virginal. O autor explora a simplicidade divina e a ausência de pecado em Cristo, argumentando que isso o impediu de sofrer enfermidades. Ele mostra que Jesus dependia do Espírito Santo para guiar sua vida religiosa e que a fé de Cristo, desenvolvida ao longo de sua vida, culminou na cruz. Além disso, discute suas emoções, crescimento, orações e impecabilidade, enfatizando a real dificuldade das tentações enfrentadas, que evidenciam sua verdadeira natureza humana.

Debates do Pacto Abraâmico no Federalismo Batista de 1689

O ensaio aborda a teologia dos pactos, especialmente o Pacto Abraâmico, ressaltando a diferença entre Pactos de Graça e Pactos de Obras dentro da tradição reformada. A obra de Deus, conforme descrita na Bíblia, apresenta o Pacto Noético como uma proteção para a humanidade após a Queda, enquanto o Pacto Abraâmico estabelece promessas que culminam na Nova Aliança por meio de Cristo. Dentre os teólogos, há divergências sobre a classificação do Pacto Abraâmico, que influenciam práticas como o batismo. A soberania divina e a hermenêutica tipológica são enfatizadas para justificar a independência dos pactos, cada um com suas configurações e promessas.

Mark Jones Comenta O Cristo Divino

O livro de Mark Jones, "O conhecimento de Cristo", explora o Pacto da Redenção, um acordo eterno entre as Pessoas da Trindade que visa a glória de Cristo e o benefício da humanidade. Jones destaca a subordinação do Filho como uma condição deste pacto, enfatizando que essa relação não implica hierarquia. O autor também examina a Encarnação, descrevendo a união hipostática das naturezas divina e humana de Cristo, e a importância de ambas para a mediação. Apesar de falhas na explicação detalhada das naturezas, Jones aborda atributos divinos como onipotência e onipresença, ressaltando a personalidade de Jesus em nosso cotidiano.